
CLAMOR NO DESERTO
Sou como a voz
Que clama no deserto
Olho em todas as direções
Não encontro Você por perto
Imploro que me ouças
Que ilumine meu caminho
Não tenho a pomba branca
Não tenho como caminhar sozinho
Minhas pontes são feitas de chagas
Não sou feliz por estar aqui
E sem Você
Sou apenas nada
Minha tormenta é não ter onde me amparar
Não encontrar Sua fortaleza para me guardar
Andar pela escuridão sem encontrar Sua mão
Não saber como nem onde Te entregar meu coração
A penúltima estrofe é estupenda! Magnífica!
ResponderExcluirPois, é, querido... será que não é possível fazermos de nós mesmos a mão? Evitaria sofrimento à beça, não? rs
ResponderExcluirBeijo grande
Sabes poeta, um baixo sussurro de amor, consegue ser ouvido, Mesmo que esteja no deserto.
ResponderExcluirEsse amor escuta,com certeza pelas mãos te segurara; Grite alto, ao seu encontro a paixão vira.
Abraços carinhoso
Poeta querido!!!!
ResponderExcluirMãos que não se encontram,mesmo presente nada acontece !!!!!
Perfeito, amo ler seu pensamento!!!!
Sua fã!!!!!!
Muito linda a aplicação dos pronomes "Você", "Sua" em iniciais maiúsculas!! Deu um toque de grandiosidade, divindade.
ResponderExcluirParabéns!
Mônica
Lindo
ResponderExcluirbjs
Insana
A solidão nos revela o quanto a cumplicidade do amor é o combustível para o viver. Ao poeta cabe a tradução destes sentimentos que nos invadem e poucos sabem convertê-los em poemas, a nos mostrar que o amor é possível, que suas nuances trazem sentido à caminhada. Adorei, Arnold.
ResponderExcluirQue lindo Arnoldo, entregar o amor nas mãos de quem só carrega a escuridão não vale a pena!
ResponderExcluirUm abraço, linda poesia como sempre não é?!
Ótimo fim de semana,
que bog lindo,amei,beijus tere.
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