
LÁPIS DE CERA
Vou partir sem olhar pra trás
Entrar em convulsão sem cordas pra segurar
Nos ladrilhos que enfeitavam minha sina
Coberta de flores brancas e frágeis
Vou me cobrir com o manto da ilusão
Que enfeitou minhas noites de sonhos
Coloridos pelo lápis de cera
De cor neutra sem brilho
Minha voz ficou presa na garganta
Não teve inspiração para cantar a poesia
Sem saber que outrora era só fantasia
Meu passado agora é beleza abandonada
No caminho do futuro incerto
Onde não terei sonhos por perto
Oi Arnoldo
ResponderExcluiresse título me fez lembrar a infância, é coisa minha..rs, mais vamos sim cobrir a ilusão, a beleza abandonada, como lápis de cor de um futuro certo, para que tenhamos nossos sonhos sempre por perto e que estes sejam realizados..
Lindas palavras
Beijos da Ju
;)
Oi Arnoldo, os lápis de cera colorem as dores... Bonito poema ! Um abraço,
ResponderExcluirÚrsula
Adorei o poema, em especial o último verso..
ResponderExcluirParabéns!
Beijos
Amei! Me fez montar a imagem em cada verso!
ResponderExcluir*Obrigada pelo coment lah no blog! Volte sempre! Abraços!
O seu "Eu poético" aparece decidido a completa possessão. Sem saber que ele é quem está possuído por sentimentos que pensa um dia ter possuído.
ResponderExcluirTem presente pra ti no meu cantinho Palavras em vão!
ResponderExcluirUm beijo da Ju ;)