
APENAS
Foi apenas um retrato que ficou na parede
Esquecido no tempo
Sufocado pelo vento
Que o dia levou
Foi apenas um olhar tímido
Que ficou perdido na puberdade
Desiludido na cidade
Que um dia sangrou
Foi apenas um braço que acenou
E ficou estendido
Porque ninguém se importou
Foi apenas uma vida que passou
Que um dia partiu para além do horizonte
Uma vida que nada levou
Arnoldo, mais uma vez dedico um pouco do meu carinho ao seu blog... No meu mundo tem um selinho para você... Beijos!
ResponderExcluirTudo sempre passará!
ResponderExcluir=P
Arnaldo, o poema mostra que tudo na vida são acontecimentos que podem ser ou não importantes, gostei. Foi assim que eu o vi.
ResponderExcluirAh, fui naquele blog que vc me indicou.
Ah, tem presente para vc em meu blog.
Beijos
Alguém sempre se importa com alguém... a questão é: nem sempre é o alguém com quem nos importamos tanto né? Linda poesia... Parabéns Arnaldo
ResponderExcluir;)
retribui a visita
e adorei!
Achei linda as palavras usadas no post... Sempre há "foi apenas", mas há logo depois uma explicação que não nos deixa pensar que foi "apenas" algo simples, mas marcante. Amei!
ResponderExcluir*Obrigada pelo comentário lá no blog! Agradeço os elogios! Volte sempre! Abraços!
Querido amigo, tristes versos que só a arte e o dom pode transformar em beleza. Um retrato deixado...Muitos nem isso...
ResponderExcluirCarinhoso beijo
Olá caro autor, adorável poema com ritmo, musicalidade nos versos e uma gostosa nostalgia. Um abraço.
ResponderExcluirtristes versos que me deixa esquecida.
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