
Tem horas que eu existo
Sou a única estrela no céu
Aquela que reflete pouca luz
Mas mesmo assim ainda reflete luz
Tem horas que não sou ninguém
Apenas um ponto sem importância
No escuro céu
Que não merece ser olhado a olho nu
Tem horas que sou o sorriso
Sem grilos, que só faz acalmar
Céu sem nuvens, fácil de abraçar
Tem horas que sou céu desconhecido
Porto onde não se pode ancorar
Braços que não se deve abraçar
O nosso céu algumas vezes se fecha sim na escuridão..
ResponderExcluirisso seria a indiferenca?
ResponderExcluirnao sei.
bjosss
adoro passar aqui!
Um ponto no céu ou Um ponto no tempo, se há luz Reluz. Ótimo soneto. Parabéns!
ResponderExcluirsds
Dom MOrais
Fico super feliz de vc ter lembrado de mim.
ResponderExcluirAdoro o seu blog. Alias, isso é uma das coisas que mais gosto da esfera bloguistica, a proximidade com outros blogueiros.
Um beijo.
LIndo, lindo, lindo...abraços
ResponderExcluirAH! Arnoldo,somos o próprio tempo encarcerado,
ResponderExcluirPrisão e prisioneiros transformados,
Em muros caregando sentimentos..
Lindo poema, lindo..Parabens...