
Ainda que eu tiver que ver o crepuscúlo
Pelo quadrado da janela
Tendo o chão gélido e molhado como colchão
Não desanimarei
Ainda que eu tiver que imprimir jornais
Na calada da noite
Para ser perseguida na calçada
Eu continuarei a panfletar meus ideais
Ainda que eu tiver que ficar com meu corpo nu
Para ser torturada
Para ser massacrada
Eu serei Minerva, e firme ficarei
Ainda que eu tiver que sair do casulo
Para bater asas nas ruas de vidro
E sangrar todos os dias
Eu voarei
Ainda que eu tiver que perder minha vida
Na estrada deserta
Para vidas serem livres
Minha vida eu darei
Um prazer duplo, amigo! Amo borboletas e este poema de significados tão nobres é lindo! Eu amei. Obrigada.
ResponderExcluirCarinhoso beijo.
Sempre tão entregue e envolto pela vida...lindo como sempre!Abraços poéticos
ResponderExcluirOlá Arnoldo, forte, determinada borboleta... Um abraço e bom domingo.
ResponderExcluirAmo borboletas,me da uma sensação de liberdade muito grande só ñ quero ser como elas pq vivem pouco,rsrsrsr!!!
ResponderExcluirUmm beijo e parabéns pelo blog
Sabe o que isso me lembrou?
ResponderExcluirOlga Benário.
"Lutar pelo bom,pelo justo,pelo melhor do mundo”
Gostei muito daqui e da sutileza nas palavras...
Te sigo!
Beijos
Nossa maeii sua poesia. Grandiosa, bela, isso retrata a bela de seu ser.....
ResponderExcluirParabéns pelo seu blog....
Beijoss
Arnoldo! retrinbuindo a visita e percebi que tens palavras lindas. às vezes sinto-me como uma borboleta e pego-me pensando pq saí do casulo? E descubro que a vida é tão boa de ser vivida e nunca ser desanimada! Parabéns pelo texto. Perfeito! bjosssssss
ResponderExcluirOlá Arnoldo!!!
ResponderExcluirQue bom que gostou e se tornou seguidor,muito obrigada.
Parabéns, seu blog é lindo, amei!
Bjs e uma ótima semana!
Que linda poesia,singela e encantadora.
ResponderExcluirPoema com duplo sentido, mas duplamente lindo.Parabéns! Esta Borboleta eu pego e levo comigo! Beijos!
ResponderExcluir