

O espelho refletia
A imagem da minha esperança
Penteando os cabelos
No sonho de criança
Era hora da escola
Não do cogumelo que esfola
Estava juntando as coisas
Que deveria fazer
Durante o dia
Se houvesse dia
Se houvesse luz
Se houvesse alegria
Minhas sombras
Não são meus olhos
Minha pele
Não sentiu mais o sabor do sol
Não tenho jardim
Nem girassol
Talvez eu conseguisse
Voltar outra vez
Sob a chuva negra
Atravessar a ponte
Que separa a tristeza
Da ilusão que ficou na fonte
Deixei de ouvir
O canto da vida
Que ficou espalhado na terra
Almas perdidas
No limiar da lembrança
Da vida esquecida
que belo! sao momentos que nao escutamos
ResponderExcluirnao sentimos e nao vemos,mas com certeza o sol brilhara...bjosss no coracao.
Wooowwwwwwwwww, ando sensível! E a beleza desse poema enterneceu-me.
ResponderExcluirCarinhoso beijo, querido amigo.
Eu não esqueci um só de todos os meus amigos aqui, e hoje retorno, depois de muito trabalho com o nosso Site, com os 1000 Sonetos, agora poderei estar ao lado de todos , matando as saudades, que se fazem presente ao presente momento, com carinho, Efigênia
ResponderExcluirEste comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirQue bonito..
ResponderExcluirGostei do final..
..."Deixei de ouvir mO canto da vida..."
É sempre prazeroso vim aqui no teu blog... Lindas palavras
Beijos
Querido muito lindo seu blog,adorei este poema,bjus meus.
ResponderExcluirMe fez lembrar da música "Rosa de Hiroshima" dos Secos e Molhados. Lembra?
ResponderExcluir.."pensem nas feridas como rosas cálidas..."
Lindo e reflexivo poema!
Um beijo.
Bem vindaaaaa....Agradecendo a visita e seu carinho.......Beijos........M@ria
ResponderExcluirMeu caro amigo e colega: estava devendo, faz tempo, esta vicita. Vc. me levou a todos os poemas escritos até este enm que estou, com toda sinceridade, vc escreve demais, seu poetar simples, claro, profundo chega no fundo da alma da gente. Obrigado, lindo blog. Eu sempre tenho uma tasa de vinho pronta e um chimarrão. Veeenha logo amigo.
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