
Se não sei amar
Se não sei olhar
Para onde se pode brilhar
Como eu poderia amar
Se não quebrei os vidros
Que me cercam
Nos longos dias sem noite
Como poderia nada
Se os peixes
Não me ensinaram a voar
Como poderia viver
Se meu sorriso se escondeu
Na mesma noite que nasceu
que lindo, como todos, amooooooo... quebrar vidros que acercam em longos dias sem noite...divino e muito significativo, de novo, amei!!!bjossss no coracao.
ResponderExcluirPois é, existem estes momentos que perdemos a capacidade de sorrir... Sobram apenas cacos de vidros. Hoje, me identifiquei com os seus versos. Beijos graciosos, Graciele.
ResponderExcluirQuebrar vidros, romper correntes, ir ao fundo de si mesmo na esperança de se encontrar. É uma viagem corajosa mas necessário. Muito bom amigo
ResponderExcluirLindo soneto, Arnold! E tem razão...Se não quebrarmos a redoma de vidro que os medos constroem na desculpa de proteção, não voaremos, não nadaremos, não viveremos.
ResponderExcluirCarinhoso beijo e linda semana, amigo.
Nossa.. Que lindo!!!
ResponderExcluirComo eu poderia amar
Se não quebrei os vidros
Que me cercam
Nos longos dias sem noite
Disse tudo..rsrrs
Obrigada pelo carinho...
Tenha uma ótima semana!!!
Beijos
Infelizes as pessoas que não sabem amar, qualquer tipo de amor, pois sem ele somos uma vaso sem flor, uma praia sem mar, um livro com páginas em branco...lindo poema! Bjs
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