No céu dos meus dias
Não as usei na fantasia
Para forjar minha alegria
Sobraram garrafas na mesa
Quando o bar fechou
E o sinônimo do deserto
Lavou minha alma
Sobraram tristezas no fim
No murmúrio que calou o ouvido
Que calou o grito na escuridão
Das sobras do papel tingido
Bastou as estrelas partirem
O sol rasgar as montanhas
Para eu desfalecer no abandono
Que a noite me impôs
Nossa... Que lindo!!!
ResponderExcluirAmei: "Para eu desfalecer no abandono
Que a noite me impôs"
Essa relação dos poetas com a noite..
Beijos
Muito bom poeta ! Sua construção é criativa e bem edificada em versos que nos fazem refletir e ao mesmo tempo possuem beleza poética. Um abraço.
ResponderExcluirNossa..mto Liinndo!!!
ResponderExcluirbeijinhuuss
Inspirador,lindo e sensivel,um final de semana excelente e muitas estrelas e sol no seu caminho, tipo ventosnaprimavera!bjossss
ResponderExcluirBoa noite, amigo!
ResponderExcluirUm belo poema, como de hábito neste espaço. E fico honrada em estar aqui e desfrutar da boa leitura. Obrigada pelas palavras de incentivo, Arnoldo. Fiquei feliz!
Carinhoso beijo.
Arnold, passei para te visitar e fiquei deliciada mais uma vez com suas palavras. Parabéns.
ResponderExcluirMuito bom, Arnoldo seguro e deliciosamente sentimental.Está demais. Abraços.
ResponderExcluirNoossaa que lindo..
ResponderExcluirAdorei a conjugação das palavras.
Poesia tem várias funções, mas pra mim a mais importante é elevar o espirito!
Beijos
Linda poesia...obrigada por sua visita a minhas releituras. Bjs, força sempre!
ResponderExcluirQue lindo, Arnold. Poema é difícil de comentar, pois é a tentativa de traduzir o que não tem tradução: O sentimento que desperta no autor. E isto é só teu.
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