Edicões Gambiarra Profana/Folha Cultural Pataxó

"Minha Poesia não usa vestes para se camuflar, é livre e nua" (Arnoldo Pimentel)
"Minha Poesia não usa vestes para se camuflar, é livre e nua" (Arnoldo Pimentel)
"Censurar ninguém se atreverá, meu canto já nasceu livre" (Sérgio Salles-Oigers)
"Gambiarra Profana, poesia sem propriedade privada, livre como a vida, leve como pedra em passeata" (Fabiano Soares da Silva)
"Se eu matar todos os meus demônios, os anjos podem morrer também" (Tenneessee Williams)
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
NOITES DE FRIO (Otávio Venturelli)
NOITES DE FRIO
Autor: Otávio Venturelli
Nos dias gelados do inverno na serra
O frio recita o Poema da geada,
A grama se veste de branco, enfeitada
E o vento da noite segredos encerra.
A lua, pisando de leve na terra,
Invade a janela de vidros fechada,
A conta das horas de insônia não erra,
E as dores mantêm a minha alma acordada.
Imagens passeiam em minha memória,
São mágoas retidas ao curso da história,
Vividas, sofridas e amadas em vão...
Então me levanto, e afastando a tristeza
Acendo o meu quarto, e essa lâmpada acesa
Apaga a saudade no meu coração!
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Belíssima poesia , Arnoldo !
ResponderExcluirMe encantei ... :)
Obrigada pelas palavras sempre gentis.
Bjo e uma Noite Tranquila ...
Uma linda postagem...Obrigada pelo elogio querido, é sempre uma honra tê-lo nos meus comentários.
ResponderExcluirUma ótima noite
Abraços, Tamires
Lindo poema Arnaldo!
ResponderExcluirA lâmpada em troca da saudade. A luz artificial substituindo a escuridão natural. Ah se fosse possível...
Um bj. querido amigo.
linda poesia... Vou tentar acender a lâmpada!
ResponderExcluirbjinhus...
A lua, pisando de leve na terra,
ResponderExcluirInvade a janela de vidros fechada,
A conta das horas de insônia não erra,
E as dores mantêm a minha alma acordada.
Que lindo! :)
Obrigada pela presença em meu espaço!
E vamos confiar na vida!
Oi, Arnoldo!
ResponderExcluirPrimeiramente, perdoe-me pela demora na resposta dos comentários.
Acessamos o Blog do "Gambiarra Profana"! A gente já conhece o Márcio Rufino e a Gabriela Boechat, os outros nós ainda não conhecíamos e de fato, foi muito legal saber as atividades.
De antemão,
Parabéns a cada um de vocês por está maravilhosa iniciativa que tende a, cada vez mais cultivar a poesia em nossa sociedade e principalmente na calçada!
Adoramos vocês!
Desejamos que você nos passe, aonde estão os selo que nos concedeu?
Um você disse que está na lateral, mas tem 3 na lateral... qual dos 3 são?
Um forte abraço e muito sucesso!
Clemente.
Olá Arnaldo!!!
ResponderExcluirObrigada pelo Selo, só agora tive tempo de passar por aqui...
Lindo Poema...
Fica bem.
É um belíssimo poema, Arnoldo!
ResponderExcluirEssa luz numa paisagem vestida de branco... aquece-nos a alma (embora adore a neve!!!)
Deliciei-me! Obrigada!
Beijinho
Querido amigo,que grandeza de poema,sentimento, frio, gelo parece os momentos de agora, natal, misturado com tristeza e amor, senti tudo isto misturado, imagens que passeiam em minha memória. Lindo amigo muito lindo, muito bom entrar aqui e sentir tanta beleza, beijos e uma linda semana pra ti também.
ResponderExcluirUm inverno poético, lindo! Beijos
ResponderExcluirBelíssima Escolha Meu Amigo!!!
ResponderExcluirLindo Versar,
Nobre Escolha!!!
Tens Meus Aplausos Poéticos De Pé!!!
Lindo Domingo A Ti
Que Fez Este Jardim
Ainda Mais Colorido e Encantador!!!
Parabéns Meu Amigo,
Que Deus Seja Contigo!!!
Bjão No♥
Pequena Poetisa-Vana Fraga
Muito lindo esse soneto em versos livres.
ResponderExcluirAbraços.