
E se eu descobrir
Que posso acreditar
E se eu descobrir
Que posso andar
Que posso olhar
E fazer-me melhor
Tocar meu rosto
E encontrar um tesouro
E se eu descobrir
Que meu retrato não ficou apenas na memória
Caminhou e ganhou o mundo
Sem lembrar o que ficou pra trás
E se eu descobrir
Que meu polvilho não é azedo
É doce
Como minha alma
E já descobriu este tesouro através deste azul real, a cor do amor. Lindos versos! Uma sonoridade doce.
ResponderExcluirBeijos
Parece que nossa vida é mesmo eterno descobrir não? Profundo Arnoldo muito bom.
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