Edicões Gambiarra Profana/Folha Cultural Pataxó




"Minha Poesia não usa vestes para se camuflar, é livre e nua" (Arnoldo Pimentel)

"Censurar ninguém se atreverá, meu canto já nasceu livre" (Sérgio Salles-Oigers)

"Gambiarra Profana, poesia sem propriedade privada, livre como a vida, leve como pedra em passeata" (Fabiano Soares da Silva)

"Se eu matar todos os meus demônios, os anjos podem morrer também" (Tenneessee Williams)

domingo, 5 de agosto de 2012

EM VOLTA DO CAMPO COM OBSTÁCULOS MORTOS


Eu vi o antigo sol
Que banhava o deserto
Como se fosse o infinito
De outra forma
Olhei as avenidas sem o medo
Sem a ansiedade da alvorada
Ou os calafrios do silêncio
Longe da angústia
Daquele tempo
Sem a névoa que cobria meus olhos
E vi que ali
Nunca existiu ou existirá vida

Arnoldo Pimentel

11 comentários:

  1. Versos prostados de agonia.
    A vida continua, e temos que,
    esperar pelo nosso dia...Abraços

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  2. Bonito e tocante!
    Beijos grande amigo XD

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  3. E é observando que se aprende. A sabedoria está no olhar.

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  4. E eu olhei na blogosfera e vi o teu talento que se faz cada dia mais imenso. Amigo isso aqui é pequeno demais pra vc. Arnoldo é muito talento meeeesmO!!!
    Outro xero!!!

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  5. Olá, caro poeta amigo!

    Grande sensibilidade a tua meu nobre, mais uma bela obra aflorada de tua alma de poeta.
    Meus parabéns e felicidades, sempre!

    Grande abraço!!!

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  6. Arnoldo,linda e instigante poesia!Que o vazio que pode haver á nossa volta,não fique muito tempo dentro de nós!bjs e boa quinta,poeta!

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  7. Oi Arnoldo
    'Eis que tudo se fez novo...'
    que assim seja _que a 'angústia de outros tempos',nao exista,de fato.
    um abraço grande

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  8. E ver o antigo com novos olhos, nos abre os horizontes. Linda poesia...

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  9. Olá amigo!
    Grata pelos seus comentários sempre no meu blog.
    Sempre que posso dou uma passada nos seus e acho todos lindos.
    Lindo poema.
    Grande abraço
    se cuida

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  10. Olhei as avenidas sem o medo
    Sem a ansiedade da alvorada.

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