
Meu quarto está vazio
Minha sala está vazia
Não tenho esperança de alcançar
Onde minha estrela espera
Vou esperar
Meu coração sangrar
Até a última gota de sangue
Da minha folha morta
Não vejo razões para mudar meu caminho
Só encontro espinhos
Entre as paredes
Que dividem meu túnel
Meu cálice não é sagrado
E foi derramado no mar de desventuras
Para me afundar no vazio
Que se criou em meu longo e triste estio
Que belo e triste poema!
ResponderExcluirBelíssima imagem.
Beijos.
Querido amigo, ler os teus poemas é mergulhar na sensibilidade. Belíssimo!
ResponderExcluirFui na amiga indicada, Silviah...Maravilha! Obrigada, Arnold! Mas quero voltar muitas vezes para me deliciar também por lá!
Carinhoso beijo!
que belo!
ResponderExcluirMuio lindo mesmo!
ResponderExcluirParabéns.Beijos
Não sei o que admirei mais: a sutileza da imagem ou a beleza do poema. Muito belo mesmo!
ResponderExcluir*Obrigada pelo comentário lah no blog! Volte sempre! =D