
Não adianta aprisionar
Deixar de sorrir
Deixar de sentir
Deixar de amar
Não adianta
Olhar as gaivotas
Pelo quadrado da janela
Se não puder zarpar
Escutar o badalar dos sinos
Se não souber ouvir
Se não souber rezar
Não adianta se afligir
Se seus braços não vão partir
Muito linda sua poesia, vi a gaivota e o mar da janela, e me senti livre, voando, amando, sorrindo.
ResponderExcluirNão adianta aprisionar... Deixar de fazer o que
ResponderExcluiramamos, ou fazer o bem á alguém, precisamos mes-
mo é soltar, deixar livre... Como sempre profun-
do e singelo, parabéns pela bela poesia meu amigo
Um bj pra ti no ♥
Gostei demais dos seus blogs, parabéns!
ResponderExcluirArnoldo Pimentel Filho, hoje vim conhecer este espaço literário, e fiquei sim, encantada com sua poesia, e fica aqui um convite, está lá no meu Blog, espero você,
ResponderExcluirEfigênia Coutinho
Oi, linda,linda poesia....eu q fico honrada com sua visita em meu blog.Beijos
ResponderExcluirLindo, amigo. E oferecer uma poesia a um amigo, é divino. E uma bela poesia!
ResponderExcluirBeijos