Arnoldo Pimentel
Edicões Gambiarra Profana/Folha Cultural Pataxó

"Minha Poesia não usa vestes para se camuflar, é livre e nua" (Arnoldo Pimentel)
"Minha Poesia não usa vestes para se camuflar, é livre e nua" (Arnoldo Pimentel)
"Censurar ninguém se atreverá, meu canto já nasceu livre" (Sérgio Salles-Oigers)
"Gambiarra Profana, poesia sem propriedade privada, livre como a vida, leve como pedra em passeata" (Fabiano Soares da Silva)
"Se eu matar todos os meus demônios, os anjos podem morrer também" (Tenneessee Williams)
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
VIDROS
domingo, 11 de outubro de 2009
LAGO SEM CISNES
A brisa solitária tocava meu rostoEnquanto olhava as águas serenas
Tentando esquecer a sensação que ficou entre mesas
Que balançavam quando ofuscadas por sua beleza
Brisa que exalava o perfume das flores que margeiam
Nossas vidas nos dias de tristezas sem gangorra para balançar
Saboreando a melodia sutil que penetra em nossa alma
Misturando a desilusão com a certeza que não poderá amar
Brisa sem cisnes para deslizar
Entre a linha tênue da desesperança
Que limita seus passos
Para não abraçar
Brisa sem o esplendor das estrelas
Céu que escureceu o lago deserto
Sem lírio
Sem cisne ou amor por perto
Brisa que insiste durante a névoa
Que não adianta sonhar com o amanhã
Quando o amanhã não existe
E se esconde no fundo do lago
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
TENNESSE
sábado, 3 de outubro de 2009
LÍRIOS DEVASTADOS
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
CANÇÃO PARA O AMIGO
Autor: Jorge SolloDedicado ao amigo Arnoldo
Mentes se tocam
Almas que se completam
Não conhecem nem o tempo nem a razão
Amores etéreos nascidos da imensidão
São abraços sem existir o tocar
Cumplicidade prematura entre eu e você
Pegadas dos mesmos passos a se sobrepor
E nossas vidas ligadas pelos nos invisíveis do amor
Amigos suponho sejam assim...
Elfos e fadas que possuem magia no cantar
E olhares tão ávidos a espera no cais
Pra sufocar a espera que não os deixa jamais
Então te canto e a canção é assim:
Amigo és porto seguro, és abrigo enfim
Que descobre nos olhos o que jamais revelei
Vê nas entrelinhas a solidão que sempre ocultei
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