Qualquer diaVou afogar-me nas lágrimas
Das montanhas queimadas
Do meu planeta árido
Sou árido
Como o cometa que cruza o meu céu
Sou o véu
Da cachoeira nebulosa
Sou o sangrar
Do lobo selvagem
Nas veredas
Incertas da minha vastidão

Sabia que nossos sonhos não desmoranam como castelos de areia que construímos na praia, eles vivem, são eternos, basta querermos. Podemos viver nossos sonhos dentro de nós, e deixarmos que os sonhos entrem em nossa alma pelos poros da imaginação. Procure tentar, quando for se deitar, depois de orar, pense no sonho que quer viver e ai viverá, poderá senti-lo, se desejar encontrará até o pequeno príncipe e seu pé de jatobá, encontrará sim, ele está regando o jatobá como você pode regar seus sonhos, para fazerem parte da sua vida sempre e assim ser um pouco mais feliz. Arnoldo Pimentel